Slideshow

This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.This theme is Bloggerized by Lasantha Bandara - Premiumbloggertemplates.com.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Sonda revela enchentes de lava na superfície de Mercúrio




Primeiras análises da Messenger foram divulgadas nesta quinta-feira (29).
Planeta é bem diferente do que cientistas imaginavam.


Um planeta recoberto por lava seca e com um campo magnético jamais visto em nenhum outro lugar do Sistema Solar. Assim é Mercúrio, segundo dados da sonda espacial Messenger. As primeiras análises da missão que orbita o planeta há seis meses foram divulgadas pela revista “Science” nesta quinta-feira (29).Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol e a Messenger chegou à sua órbita em março deste ano.
Fotografia de cratera em Mercúrio mostra abertura na superfície por onde a lava (em laranja) teria sido liberada  (Foto: Science/AAAS)Fotografia de cratera em Mercúrio mostra abertura na superfície por onde a lava (em laranja) teria sido liberada (Foto: Science/AAAS)
Os primeiros dados revelam um planeta bem diferente do que os cientistas esperavam. Sua superfície tem uma composição que não bate com a dos outros planetas terrestres (Vênus, Marte e Terra). Por isso, os astrônomos acreditam que suas teorias sobre a formação do planeta precisam ser revistas.
“Os teóricos precisam voltar para a prancheta”, afirmou o autor principal de um dos sete estudos divulgados nesta quinta, Larry Nittler, do Instituto Carnegie.
De acordo com o líder do time de pesquisadores da sonda, resultados tão impressionantes eram esperados.
“A primeira espaçonave a orbitar um planeta sempre traz surpresas incríveis”, afirma Sean Solomon. “Mercúrio não é o planeta descrito nos livros teóricos. Embora seja um verdadeiro irmão de Vênus, Marte e Terra, o planeta tem uma vida muito mais emocionante do que imaginava”, disse ele.
Os níveis de enxofre e potássio na superfície, por exemplo, são bastante acima do esperado – uma vez que são elementos que vaporizam em temperaturas relativamente baixas e o calor em Mercúrio passa dos 400 graus Celsius durante o dia.
As imagens da Messenger também mostraram rachaduras na superfície de até 25 km de profundidade, por onde acredita-se ter saído ao menos parte da enorme quantidade de lava encontrada perto do pólo norte. Pelo menos 6% de todo o planeta é coberto por uma expessa camada de lava seca.
Uma das descobertas que mais intrigou os cientistas diz respeito ao fraco campo magnético encontrado pela sonda. A distribuição dele não bate com as teorias disponíveis até agora.
Fonte: G1

post 1


O telescópio fez a melhor imagem já obtida das galáxias Antena apenas em operações de teste. Foto: ESO/Divulgação

O telescópio fez a melhor imagem já obtida das galáxias Antena apenas em operações de teste
Foto: ESO/Divulgação
O Alma, sigla do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array, o observatório astronômico mais complexo já construído, abriu oficialmente as suas portas aos cientistas. A primeira imagem divulgada pelo telescópio, que ainda está em fase de construção, revela uma visão do universo que não poderia ser observada por telescópios ópticos ou infravermelhos.
Milhares de astrônomos de todo o mundo competiram entre si para poderem estar entre os primeiros a explorar com esta nova ferramenta alguns dos mais escuros, mais frios, mais longínquos e mais escondidos segredos do cosmos.
Atualmente, a rede do Alma é composta por cerca de apenas um terço das 66 antenas de rádio previstas, com separações entre si de no máximo 125 metros, em vez dos até 16 km possíveis. A rede encontra-se em crescimento no planalto do Chajnantor, no norte do Chile, a uma altitude de 5 mil metros. No entanto, mesmo em construção, o Alma já tornou-se o melhor telescópio do seu tipo - como demonstrado pelo incrível número de astrônomos que pediram tempo de observação do Alma.
O Alma observa o universo nos comprimentos de onda do milímetro e submilímetro, aproximadamente mil vezes maiores que os comprimentos de onda da radiação visível. Utilizando estes comprimentos de onda maiores os astrônomos podem estudar objetos no espaço extremamente frios - tais como as nuvens densas de gás e poeira cósmicas, a partir das quais se formam estrelas e planetas - assim como objetos muito distantes, situados no universo primitivo.
Um telescópio diferente
O Alma é radicalmente diferente dos telescópios que observam no óptico e no infravermelho. Este instrumento consiste numa rede de antenas ligadas entre si que funciona como um único telescópio gigante, detectando comprimentos de onda muito maiores que os da radiação visível. É por isso que as suas imagens não se parecem nada com as fotografias do cosmos mais familiares a que estamos habituados.
A maior parte das observações utilizadas para criar a primeira imagem - feita em operações de teste - foram obtidas com apenas doze antenas trabalhando em simultâneo - muito menos do que as que serão utilizadas nas primeiras observações científicas - e com as antenas também muito mais próximas umas das outras. Estes dois fatores combinam-se para nos dar nesta primeira imagem apenas uma ideia do que serão as futuras observações com este telescópio.
Mas já se trata da melhor imagem no milímetro/submilímetro já obtida das galáxias Antena. A foto revela enormes concentrações de gás não apenas nos centros das duas galáxias mas também na região caótica onde elas colidem. Ali a quantidade total de gás corresponde a bilhões de vezes a massa do nosso Sol - um reservatório rico em matéria para gerações futuras de estrelas.
Futuros projetos
O Alma apenas pôde aceitar cerca de uma centena de projetos para esta primeira fase de nove meses de observações científicas iniciais. No entanto, ao longo dos últimos meses, astrônomos de todo o mundo submeteram mais de 900 propostas de observação. Esta quantidade de propostas bateu um novo recorde para um telescópio. Os projetos foram escolhidos com base no seu mérito científico, a sua diversidade regional e na sua relevância relativamente aos objetivos científicos principais do Alma.
    Fonte: Terra